Agnësia, 24 de maio de 274 d.K
Zodiark, um jovem elfo de 25 anos, passava pelo bosque que fica na divisa entre o reino dos elfos e o reino dos elfos negros enquanto ia para seu habitual treino matinal. Quando parou para tomar um pouco de água na fonte avistara uma bela jovem, mas ela era diferente das pessoas de seu reino: seus cabelos e olhos eram negros e sua pele albina. Zodiark seguiu-a e perguntara seu nome e o porquê de ela ser diferente dos outros elfos, então a garota respondera:
— Meu nome é Zexya. Sou uma elfa negra.
Encantado com a beleza e graciosidade da jovem, Zodiark apaixonara-se.
Agnësia, 12 de abril de 281 d.K
O assunto mais comentado entre todos os reinos Agnësian era Haunt, um pretensioso ser misterioso que dizia ter a intenção de matar Kellan, o dragão deus, e assumir o poder sobre Agnësia. Mas, em um pequeno bosque no reino dos elfos, os jovens comentavam sobre a beleza e graciosidade da nova princesa dos elfos negros.
— Do que adianta falar sobre alguém que devemos odiar? — perguntou Zodiark.
— Os elfos e os elfos negros são inimigos históricos, mas não podemos negar a incomum beleza das elfas negras. — disse um jovem elfo.
— Realmente, o que falas é verdade. — respondeu Zodiark com uma expressão serena.
— Mas então, qual o nome dela mesmo? — perguntou o jovem.
— Zexya, pelo o que me lembro. — respondeu outro jovem.
Zodiark lembrara na hora da jovem por quem se apaixonou alguns anos atrás. Era ela, a princesa dos elfos negros, o amor de Zodiark. Que mundo pequeno.
Prontamente, Zodiark arrumara suas coisas e fora alistar-se para a guarda do rei dos elfos negros, mesmo sabendo o que viria a acontecer. Foi aceito, então passou a ser desprezado por seus companheiros de raça e maltratado pelos outros membros da guarda. Nada que o mesmo já não esperasse, mas nada era mais importante do que estar perto da princesa.
Como esperado, o maltrato começou logo no seu primeiro dia na guarda. Seu comandante o espancou e fez cortes em seu corpo, mas Zexya viu e não se calou, logo punindo o comandante e cuidando dos ferimentos de Zodiark. Ela era graciosa, gentil, bondosa, meiga... Ela era diferente dos outros elfos negros e cada vez mais Zodiark se apaixonava por ela.
Agnësia, 31 de janeiro de 283 d.K.
Zodiark fazia a guarda como o de costume, mas ao passar em frente aos aposentos da princesa ele ouvira um baixo som, algo parecido com choro. Ele resolveu abrir a porta e verificar se algo havia acontecido, então encontrou a princesa chorando.
— O que houve? — perguntou Zodiark desesperado.
Zexya ficou em silêncio com uma cara de tristeza.
— Está tudo bem, princesa. Eu irei protegê-la com a minha vida. Apenas prometa-me que um dia me contará o motivo de suas lágrimas. — disse Zodiark abraçando a princesa.
Sem pensar duas vezes, Zexya beijou-o e respondeu:
— Eu prometo.
Zodiark e Zexya passaram a viver um lindo romance proibido. Zodiark protegia Zexya que cuidava de seus ferimentos.
Agnësia, 19 de outubro de 299 d.K.
Zexya, ao completar 50 anos de idade, recebeu o direito de escolher um membro da guarda para ser seu cavalheiro. Sem dúvida alguma, Zexya escolhera Zodiark e nomeou-o seu cavalheiro.
Kellan desaparece misteriosamente e o pretensioso Haunt finalmente assume o poder de Agnësia. Seus atos eram tiranos, cometia barbáries e ninguém gostava dele.
Como esperado, o maltrato começou logo no seu primeiro dia na guarda. Seu comandante o espancou e fez cortes em seu corpo, mas Zexya viu e não se calou, logo punindo o comandante e cuidando dos ferimentos de Zodiark. Ela era graciosa, gentil, bondosa, meiga... Ela era diferente dos outros elfos negros e cada vez mais Zodiark se apaixonava por ela.
Agnësia, 31 de janeiro de 283 d.K.
Zodiark fazia a guarda como o de costume, mas ao passar em frente aos aposentos da princesa ele ouvira um baixo som, algo parecido com choro. Ele resolveu abrir a porta e verificar se algo havia acontecido, então encontrou a princesa chorando.
— O que houve? — perguntou Zodiark desesperado.
Zexya ficou em silêncio com uma cara de tristeza.
— Está tudo bem, princesa. Eu irei protegê-la com a minha vida. Apenas prometa-me que um dia me contará o motivo de suas lágrimas. — disse Zodiark abraçando a princesa.
Sem pensar duas vezes, Zexya beijou-o e respondeu:
— Eu prometo.
Zodiark e Zexya passaram a viver um lindo romance proibido. Zodiark protegia Zexya que cuidava de seus ferimentos.
Agnësia, 19 de outubro de 299 d.K.
Zexya, ao completar 50 anos de idade, recebeu o direito de escolher um membro da guarda para ser seu cavalheiro. Sem dúvida alguma, Zexya escolhera Zodiark e nomeou-o seu cavalheiro.
Kellan desaparece misteriosamente e o pretensioso Haunt finalmente assume o poder de Agnësia. Seus atos eram tiranos, cometia barbáries e ninguém gostava dele.
Agnësia, 20 de janeiro de 314 d.K.
— Milorde! Temos informações sobre a princesa Zexya.
— Diga-as, general. — disse o rei furioso.
— Ao que parece, a princesa anda encontrando-se com um soldado. O elfo.
— O elfo?! Traga-a já aqui!
O general, apavorado, saiu rapidamente à procura da princesa. Encontrando-a, pegou-lhe pelo braço e falou esbravejando:
— O rei está lhe esperando em seus aposentos.
A princesa puxou o braço, deu-lhe um tapa e respondeu furiosa:
— Ainda sei o caminho da sala de meu pai, não precisas puxar-me.
Sem outra opção, a princesa foi ao encontro de seu pai acompanhada de seu cavalheiro. Ao adentrar os aposentos do rei, a porta foi fechada e a princesa separada forçadamente de seu cavalheiro, sendo amarrada em uma talha de pedra que fora posta no meio da sala.
Zexya gritava e perguntava a seu pai o que estava acontecendo, mas o mesmo mantinha-se calado e passava o dedo pela lâmina de sua espada. O rei então riu e disse:
— Como podes trair seu pai de tal forma?
A princesa perplexa respondeu:
— Não é traição. Eu o amo, aceite este fato. Não escolhi por quem me apaixonar, mas não me arrependo por quem foi. Elfos negros vivem longos 250 anos, viver tanto tempo sozinha, sem amar, seria triste. Não culpe a mim se nunca conseguiu amar em toda sua vida!
— Cale-se! — respondeu o rei furioso enquanto atravessava sua espada pela barriga da princesa.
Zodiark fazia força mas não conseguia sair dos braços dos guardas que o seguravam. Gritava desesperado vendo sua amada morrer. Zexya, nos fim de sua consciência, deixou-lhe suas últimas palavras: "Lute, meu jovem guerreiro".
Agnësia, 30 de junho de 317 d.K.
Zodiark andava pelo castelo e fazia a guarda como habitualmente, então, ao passar pela frente dos aposentos do rei, acabou por escutar uma conversa entre ele e seu conselheiro. O conselheiro havia o chamado de Haunt. Tudo começava a fazer sentido. O rei era Haunt, o tirano que Zodiark desprezava.
Determinado por toda a raiva que tinha do rei e de Haunt, que no final eram a mesma pessoa, Zodiark resolveu lutar contra o mesmo. Ainda sentia-se culpado pela morte de sua amada, doía, jurava vingança. Desafiou o rei para um combate até a morte que fora aceito.
A batalha iniciou com Zodiark desferindo um golpe de espada em direção ao peito do rei, mas o mesmo era hábil com a espada e rapidamente desviou colocando sua espada ao lado da de Zodiark e empurrando-a, aproveitando o tempo de recuo do guerreiro para causar um ferimento em seu outro braço. Zodiark retribuiu o golpe abaixando-se e rapidamente girando sua espada em direção às pernas do rei, que desviou com um pulo para trás, mas mesmo assim a espada pegara de raspão em sua perna.
— Bom golpe para um elfo. — disse o rei.
— Você também não é ruim para um elfo negro. — respondeu Zodiark.
O rei pulou com sua espada em direção ao guerreiro que usou sua espada para proteger-se, então o rei socou sua barriga, o empurrando para longe. Rapidamente, o rei correu em direção a Zodiark e quando o mesmo se levantou tivera seu braço esquerdo decepado com um rápido gole de espada. Zodiark gritava, urrava de dor, mas não parou de lutar. Pulou em cima do rei que desviou-o com sua espada e logo a atravessou por suas costelas.
O rei ria e lambia o sangue em sua espada. Zodiark estava parado, ofegante, sangrando muito, mas não desistia. Zodiark pulou novamente e teve sua outra costela atingida, então foi atirado no chão. O rei, ainda rindo, disse:
Agnësia, 30 de junho de 317 d.K.
Zodiark andava pelo castelo e fazia a guarda como habitualmente, então, ao passar pela frente dos aposentos do rei, acabou por escutar uma conversa entre ele e seu conselheiro. O conselheiro havia o chamado de Haunt. Tudo começava a fazer sentido. O rei era Haunt, o tirano que Zodiark desprezava.
Determinado por toda a raiva que tinha do rei e de Haunt, que no final eram a mesma pessoa, Zodiark resolveu lutar contra o mesmo. Ainda sentia-se culpado pela morte de sua amada, doía, jurava vingança. Desafiou o rei para um combate até a morte que fora aceito.
A batalha iniciou com Zodiark desferindo um golpe de espada em direção ao peito do rei, mas o mesmo era hábil com a espada e rapidamente desviou colocando sua espada ao lado da de Zodiark e empurrando-a, aproveitando o tempo de recuo do guerreiro para causar um ferimento em seu outro braço. Zodiark retribuiu o golpe abaixando-se e rapidamente girando sua espada em direção às pernas do rei, que desviou com um pulo para trás, mas mesmo assim a espada pegara de raspão em sua perna.
— Bom golpe para um elfo. — disse o rei.
— Você também não é ruim para um elfo negro. — respondeu Zodiark.
O rei pulou com sua espada em direção ao guerreiro que usou sua espada para proteger-se, então o rei socou sua barriga, o empurrando para longe. Rapidamente, o rei correu em direção a Zodiark e quando o mesmo se levantou tivera seu braço esquerdo decepado com um rápido gole de espada. Zodiark gritava, urrava de dor, mas não parou de lutar. Pulou em cima do rei que desviou-o com sua espada e logo a atravessou por suas costelas.
O rei ria e lambia o sangue em sua espada. Zodiark estava parado, ofegante, sangrando muito, mas não desistia. Zodiark pulou novamente e teve sua outra costela atingida, então foi atirado no chão. O rei, ainda rindo, disse:
— Desista, elfo. Olhe pela janela, eu tenho os Sentryts aos meus pés.
Zodiark olhara e percebera uma marca na cabeça de cada um dos três dragões, aqueles que eram os filhos de Kellan e pais de todos os outros dragões.
Em sua mente, o guerreiro ouvira a voz de Zexya falar:
— Minhas lágrimas eram por não poder salvar os dragões. Mate meu pai e salve-os, meu cavalheiro!
Logo viu a imagem de um grande dragão dourado, imponente, falar:
— Guerreiro, use sua força para libertar meus filhos. Eu lhe ajudarei em sua batalha, então lute!
Sua espada tornou-se uma grande glaive dourada brilhante que exalava poder. Em um último esforço, Zodiark levantou-se e disse:
— Sabe, Haunt, durante toda nossa luta você esteve desprezando algo muito importante: a vida. Eu tenho vida. Eu tenho poder. Eu tenho vontade de viver. Pare de brincar com a vida dos outros e achar que tudo ocorrerá como quer!
Zodiark lançou sua glaive em direção ao rei. A mesma perfurou seu coração e ele caiu de joelhos dizendo:
— Muito bom, elfo... Lutaste bravamente.
O rei caiu morto. Zodiark viu as marcas nas testas dos dragões desaparecer lentamente e eles voarem livremente para longe, então sorriu e disse em suas últimas palavras:
— Estou indo ao seu encontro, minha princesa...
Zodiark é conhecido até os tempos atuais como o herói lendário. Sua glaive, Fykk, é procurada por todos os guerreiros de Agnësia, mas sua localização permanece um mistério. Os Sentryts nunca mais foram vistos.
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